Intimidade, amor e afeto durante a pandemia

São mais de 15 meses com a vida completamente virada. Isoladas, trabalhando em casa, convivendo 24 horas com a família (ou sozinha), lidando com emoções diversas e conflitantes, mudanças na economia, na rotina e na noção do tempo. Quem ainda consegue não estar cansada em plena pandemia? 
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E, no meio de tanto assunto sério, sobra muito pouco tempo para temas que, no dia a dia, podem ser mais facilmente ignorados (por não ser fundamental como os boletos pagos, por exemplo) mas, a longo prazo, afetam radicalmente o nosso cotidiano. Consegue imaginar do que estamos falando? Sim, nossos afetos e intimidade.

Nesse momento, se comunicar com o outro pode ser muito mais forte que uma boa noite de sexo. Confiança, respeito e afeto são emoções que precisam ser construídas e reconstruídas a todo tempo. Especialmente em tempos turbulentos.

Mas, nem tudo é uma relação de longo tempo. Muitos casais se viram juntos em uma casa pela primeira vez em seus relacionamentos por decisão ou conveniência durante a pandemia. Muitos descobriram um novo significado da palavra persistência mas, brincadeiras à parte, depois de tanto tempo, a novidade não é mais tão inédita assim e essa relação pode cair na mesmice.

Além disso, talvez alguns passos que poderiam ser dados com mais calma podem pesar com o tempo. A comunicação continua sendo essencial para, literalmente, ajustar a rota. Olhar a rotina com outras perspectivas e descobrir coisas novas (acredite se quiser, você ainda não sabe tudo sobre sua parceria) em você e no outro pode trazer um novo capítulo, ainda mais interessante para essa história.

E aqueles que estão solteiros? Nunca houve um momento na nossa época contemporânea onde mulheres solteiras descobriram tantas formas de revisitar o autoprazer mas, mesmo entre novos sex toys, sexo entre telas e outas novidades, a solidão é um sentimento que todos precisam e vão conviver um dia. Nessa horas, não existe ferramenta mais poderosa que o autoconhecimento. Gostar de si mesma e aprender a conviver com a sua solitude é muito mais eficaz que dicas espalhadas pelas redes sociais sobre bem-estar do corpo e da mente.

No fim, sozinha ou acompanhada, por décadas ou meses, com um ou mais parceiros, o amor continua sendo um ato de resistência que precisamos deixar vivo para alimentar nosso espírito, alma e corpo. Em tempos de pandemia ou não.
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