Lubrificante: o convidado de honra. Conteúdo especial No Pausa

A secura vaginal é um dos sintomas mais comuns – e mais chatos – do Climatério (não sabe o que é Climatério? Corre pro www.nopausa.br). Às interessadas no tema, a gente pergunta: você sabia que não é só secura? 

Exatamente! Com os anos, o nosso corpo vai se transformando e algumas mudanças são mais difíceis de controlar que outras. O envelhecimento da vulva e da vagina é um deles. 

Mesmo que o espelho nos mostre uma imagem jovem, a vulva têm a idade do nosso RG. E, com os anos - e graças à queda no estrogênio -, a vagina fica menos lubrificada e nossa vulva menos “gordinha”. Ela vai perdendo a elasticidade, os lábios internos e externos se afinam. Eles ficam menores, se compararmos com a época na qual o estrogênio “reinava” em nosso corpo.

Então, como é que a gente faz pra que essas mudanças não afetem nossa vida sexual?

Uma das melhores soluções: traz o lubrificante para cama! E o hidrante vulvar pro teu dia a dia!

Se você ainda não o usa – afinal não é preciso ter secura vaginal para usá-lo – vale a pena experimentar. 

Mas atenção: quando o assunto é lubrificante, a embalagem importa. E muito.

E não estamos falando da estética, e sim da funcionalidade da embalagem e dos ingredientes. Você imagina um lubrificante com uma embalagem difícil de abrir ou que se esparrama inteiro? O que deveria ser sexy pode acabar sendo cômico se a gente não olhar como a embalagem se abre (e se é fácil de manipular tanto sentada como deitada).

E em relação aos ingredientes então, o cuidado deve ser dobrado.

Deve dizer claramente “apto para uso interno” e que seja compatível com o uso de preservativos (a gente pode não engravidar, mas as doenças sexualmente transmissíveis continuam por aí).

Os lubrificantes podem ser muito divertidos e não tem por que ser um tabu. São simplesmente uma ajuda externa para complementar a nossa sexualidade, facilitar a penetração e aumentar o prazer (especialmente agora, já que muitas vezes a lubrificação está mais escassa). Um prazer que vai muito além da penetração mas que precisa de uma vulva hidratada, confortável na sua própria pele.

Uma última dica: encontre uma maneira de tornar o sexo prazeroso para você nessa nova etapa (pode até ser muito diferente do que você sempre gostou).

Como sempre dizemos no No Pausa, a menopausa traz mudanças, sim, mas essas mudanças não anulam a nossa sexualidade, simplesmente a modificam. E vamos aproveitar! Afinal, apesar de a sociedade patriarcal querer que a gente acredite que não é assim, somos seres sexuais até o último dia de nossas vidas. E agora que conhecemos melhor o nosso corpo e que o fantasma da “gravidez não desejada” deixou de existir... é hora de gozar! Bem lubrificadas!

Texto desenvolvido com carinho pela No Pausa Brasil. Você encontra mais conteúdos incríveis pelo Instagram @nopausa.br

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