Verão 2022 - O verão do amor ou da liberdade sexual?

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"As novas liberdades, fizeram com que as vendas de preservativos, lubrificantes e brinquedos disparassem, o que às redes de saúde e beleza já dão o nome de “explosão sexual” um vulcão de liberdade sexual em atividade."


Com essa informação começamos esse texto e preparamos vocês para o que está por vir - para alguns e falamos disso mais a frente, no verão 2022. 


Porque, vamos combinar: os últimos dois anos não foram bons para a vida sexual de ninguém, nem mesmo para quem namora ou são casados - e a queda na libido veio aí demais. E, vendo o verão dos nossos amiguinhos do hemisfério norte, o "verão do amor" é real. 


Algumas empresas, como a L'Oréal, o maior grupo de cosméticos do mundo, já sugeriram que a miséria da pandemia dará lugar a outros “loucos anos 20” - uma referência ao hedonismo dos anos 1920, após a Primeira Guerra Mundial e a gripe de 1918 pandemia.


Match Group, a empresa por trás de aplicativos de namoro como Tinder, Plenty of Fish e Hinge, registrou um crescimento de mais de 20% no verão do hemisfério norte. A marca, incentivou novas inscrições com brindes e testes caseiros da Covid para se adequar ao "verão de amor”.


Mas mesmo com a possibilidade de reuniões físicas, uma pesquisa de usuários do aplicativo de namoro Bumble descobriu que mais de um em cada três pessoas deseja continuar tendo encontros virtuais. E, esse desejo já tem nome: a F.O.D.A, síndrome criada pela cientista comportamental inglesa Logan Ury, que não é sacanagem e sim a sigla para fear of dating again - em tradução literal, o medo de se relacionar novamente:


“Na hora H não consegui ir. Me deu medo de ser contaminada ou de contaminá-lo. Estou isolada desde março do ano passado, perdi o traquejo para a paquera ao vivo também. Esqueci até como se passa batom. Foram várias aflições juntas que me paralisaram”, conta a publicitária. Date desmarcado, Clara voltou para a rotina: assistir a séries, ficar de pijama e conversar on-line. “Foram tantos meses repetindo para todos meus amigos e familiares que era preciso manter o distanciamento que me achei fake de sair com um cara. Imagina na hora de tirar a máscara para beijar? Tenso. Além disso, com os números cada vez maiores de contaminados e de mortes fica difícil sublimar tudo isso e conseguir relaxar. Sei que a minha carência está gigantesca, que passo por momentos difíceis por conta da solidão, mas o medo acabou sublimando tudo isso e me senti melhor ficando em casa”, completa.


 A síndrome vem no embalo de outras disfunções contemporâneas, como a F.O.M.O (fear of missing out), que é o medo de estar perdendo alguma coisa. A doença, descrita pela primeira vez nos anos 2000, surgiu com por conta das redes sociais. As pessoas ficavam com inveja por não estarem em tal festa ao ver os convidados postando o evento, chegando a casos graves de depressão.


O que sabemos é que estamos saudosos de contato físico, mas, também estamos mais atentos ao consentimento e nossos desejos. Por isso, respeite seu tempo, suas necessidades e percepções. Seu corpo fala, por isso, escute - seja vivendo loucamente o "Verão do Amor" ou estando mais introspectiva por conta da F.O.D.A. 


Fontes:

The Guardian 

Uol 

Ela - O Globo 

@thesummerhunter

 

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